Araguaína, 28ºC segunda-feira, 2 de março de 2026
Araguaína, 28ºC segunda-feira, 2 de março de 2026
Esportes

Fim da piracema libera pesca no Tocantins, mas exige atenção às regras ambientais

O período de defeso da piracema no estado do Tocantins chegou ao fim no último dia 28 de fevereiro, marcando a retomada da pesca em rios importantes como os das bacias do Rio Tocantins e do Rio Araguaia. A liberação, porém, não representa um retorno irrestrito da atividade: pescadores devem seguir normas ambientais rigorosas para […]


O período de defeso da piracema no estado do Tocantins chegou ao fim no último dia 28 de fevereiro, marcando a retomada da pesca em rios importantes como os das bacias do Rio Tocantins e do Rio Araguaia. A liberação, porém, não representa um retorno irrestrito da atividade: pescadores devem seguir normas ambientais rigorosas para garantir a preservação das espécies e o equilíbrio dos ecossistemas.

Durante a piracema — período de reprodução dos peixes — a pesca é proibida para assegurar a reposição natural dos estoques pesqueiros. Com o encerramento do defeso, a atividade volta a ser permitida, mas com limites bem definidos, incluindo tamanhos mínimos e máximos de captura, espécies autorizadas e regras específicas para transporte e comercialização.

Entre as espécies liberadas, estão peixes comuns na região como pacu, lambari e pirarara, desde que respeitadas as exigências legais. Por outro lado, continuam proibidas a captura e comercialização de espécies ameaçadas de extinção, além de outras restrições previstas na legislação.

Para pescadores amadores e esportivos, segue vetado o transporte de pescado fora do local da pesca nas bacias dos rios Tocantins e Araguaia. É permitido apenas o consumo no local, limitado a até três quilos por pescador licenciado, além da possibilidade de levar um único exemplar dentro das medidas permitidas.

Já na pesca profissional, é obrigatória a apresentação de documentação que comprove a origem legal do pescado. A comercialização sem comprovação pode resultar em penalidades como multas, apreensão de equipamentos e outras sanções previstas em lei.

Órgãos ambientais, como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis e a fiscalização estadual, reforçam que o cumprimento das regras é essencial para evitar a sobrepesca e garantir a sustentabilidade da atividade no longo prazo.

A retomada da pesca movimenta a economia local e o turismo, especialmente em cidades ribeirinhas, mas especialistas alertam: a conscientização dos pescadores é fundamental. Respeitar as normas hoje é garantir que os rios continuem produtivos nas próximas temporadas.

Mais Vistos






Anuncie conosco

Comentários

Anuncie conosco

Relacionadas